sábado, 30 de agosto de 2014

E então, qual escolher?

Engenharia Civil




É o ramo da engenharia que projeta, gerencia e executa obras como casas, edifícios, pontes, viadutos, estradas, barragens, canais e portos. O engenheiro civil projeta, gerencia e acompanha todas as etapas de uma construção ou reforma. Sua atuação inclui a análise das características do solo, o estudo da insolação e da ventilação do local e a definição dos tipos de fundação. Com base nesses dados, o profissional desenvolve o projeto, especificando as redes de instalações elétricas, hidráulicas e de saneamento do edifício e definindo o material que será usado. No canteiro de obras, chefia as equipes de trabalho, supervisionando prazos, custos, padrões de qualidade e de segurança. Cabe a ele garantir a estabilidade e a segurança da edificação, calculando os efeitos dos ventos e das mudanças de temperatura na resistência dos materiais usados na construção. Esse profissional também pode dedicar-se à administração de recursos prediais, gerenciando a infraestrutura e a ocupação de um edifício.

Engenharia de Produção





E o ramo da engenharia que gerencia os recursos humanos, financeiros e materiais para aumentar a produtividade de uma empresa. O engenheiro de produção e peca fundamental em indústrias e empresas de quase todos os setores. Ele une conhecimentos de administração, economia e engenharia para racionalizar o trabalho, aperfeiçoar técnicas de produção e ordenar as atividades financeiras, logísticas e comerciais de uma organização. Define a melhor forma de integrar mão de obra, equipamentos e matéria-prima, a fim de avançar na qualidade e aumentar a produtividade. Por atuar como elo entre o setor técnico e o administrativo, seu campo de trabalho ultrapassa os limites da indústria. O especialista em economia empresarial, por exemplo, costuma ser contratado por bancos para montar carteiras de investimentos. Esse profissional e requisitado, também, por empresas prestadoras de serviços para definir funções e planejar escalas de trabalho.


Engenharia de Petróleo



É o conjunto de técnicas usadas para a descoberta de poços e jazidas e para a exploração, produção e comercialização de petróleo e gás natural. O bacharel em Engenharia de Petróleo, ou engenheiro de petróleo, tem como campo de atividade petroleiros, refinarias, plataformas marítimas e petroquímicas. Com seus conhecimentos em engenharia, geofísica, mineração e geologia, ele trabalha na descoberta de jazidas de petróleo e também em poços de gás natural. É da responsabilidade desse profissional desenvolver projetos que visem à exploração e à produção desses bens sem prejuízo ao meio ambiente nem desperdício de material. Além disso, cuida do transporte do petróleo e seus derivados, desde o local da exploração até a chegada na refinaria. Esse especialista também pode atuar em consultorias ambientais e no setor de exportação e importação, fazendo pesquisas de preços de matérias-primas ou captando compradores. É requisito da profissão conhecer a legislação internacional que regula as atividades ligadas ao petróleo e seus derivados e, como a maior parte das empresas do setor é estrangeira, é necessário ter fluência em inglês.

Engenharia Elétrica




É a área da engenharia que lida com a geração, a transmissão, o transporte e a distribuição da energia elétrica. O engenheiro eletricista planeja, supervisiona e executa projetos nas áreas de eletrotécnica, relacionadas à potência da energia. Ele está habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, no desenvolvimento de componentes eletroeletrônicos, na operação e manutenção de equipamentos em hospitais e clínicas e em projetos de instalações elétricas em indústrias, comércios e residências. Também participa do projeto e da construção de usinas hidrelétricas, termelétricas e nucleares. Além das concessionárias de energia, o profissional com essa graduação encontra emprego em empresas de telecomunicações (desde fábricas de celulares até operadoras de sistemas de comunicação), indústrias de equipamentos, automação, fábricas de motores e geradores, consultorias ou em empresas prestadoras de serviços em computação.


Engenharia Química




Trata-se da área da engenharia voltada para o desenvolvimento de processos industriais que empregam transformações físico-químicas. O engenheiro químico cria técnicas de extração de matérias-primas, bem como de sua utilização ou transformação em produtos químicos e petroquímicos, como tintas, plásticos, têxteis, papel e celulose. Desenvolve produtos e equipamentos, além de pesquisar tecnologias mais eficientes. Projeta e dirige a construção e a montagem de fábricas, usinas e estações de tratamento de rejeitos industriais. Esse profissional também pesquisa e implanta processos industriais não poluentes, de acordo com a normatização e o desenvolvimento sustentável.




Fonte

terça-feira, 19 de agosto de 2014

14 incríveis mesas que você amaria ter em casa


1 | Mesa Cintilante


Designed by John Foster

2 | Mesa polvo
Designed by Isaac Krauss


3 | Mesa Picnyc


Image credits: haikocornelissen.com



4 | Mesa líquido glacial




Designed by Zaha Hadid



5 |Mesa com cadeira de balanço
Image credits: psfk.com

6 | Mesa Gato


Image credits: lycs-arc.com

7 | Areia de praia embaixo de sua mesa de trabalho


Designed by Justin Kemp

8 | Mesa de café Photo Album




Designed by Mitch Steinmetz

9 | Mesa gramado para Gatos


Designed by Emily Wettstein


10 | Mesa Nautilus


Designed by Mark Fish


11 | Mesa de café - Cama de Rede




Designed by Koichi Futatsumata


12 | Mesa ilusão
Designed by essey.com


13 | Mesa fusão


Image credits: fusiontables.com


14 | Mesa Lagoa


Image credits: davidgillgalleries.com


Fotos Via: Bore Panda

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Tecnologia de impressão 3D pode deixar comida de militares mais saborosa

Manter soldados alimentados em campos de batalha é outro dos desafios enfrentados por militares. Fato é que as bolsas de comida industrializada precisam não apenas serem capazes de nutrir os combatentes; as sacolas devem ser também compactas e leves.
Nos últimos anos, pesquisadores dedicados à criação de comida para militares têm adaptado os pacotes Meal, Ready-to-Eat (MRE, que em tradução livre significa “Refeição, Pronta para ser Consumida”). Apesar de atender as necessidades logísticas e fisiológicas dos soldados, o alimento das sacolas não tem um gosto tão bom...
É aí que o uso de impressoras 3D mostra-se novamente dinâmico. Com o objetivo de imprimir comida, deixando-a compacta e mais saborosa, cientistas do Exército dos Estados Unidos da América pensam em fabricar a tradicional MRE com alimentos produzidos a partir da tecnologia de “aglomeração ultrassônica”.

Nova tecnologia

Apesar de já haver impressoras capazes de confeccionar comida, os ingredientes usados pelos mecanismos podem limitar a impressão de certas receitas. Para expandir o cardápio dos soldados (que atualmente se limita a 24 opções de pratos), a tecnologia de aglomeração ultrassônica está sendo então aprimorada.
Este novo método consiste no disparo de ondas de alta frequência sobre partículas determinadas, o que possibilita a aglutinação controlada e precisa de elementos. A modulação cuidadosa das partículas pode definir, assim, quais fragmentos de comida serão embutidos em um prato (certas vitaminas podem ser inseridas através deste processo).
A combinação da tecnologia de aglutinação ultrassônica às possibilidades criadas por impressoras 3D pode inaugurar uma nova forma de produção de comida; as restritas duas dúzias de opções de MRE que existem hoje poderão ser expandidas sem grandes esforços. Para se ter uma ideia, o consumo de “pizza” pelos militares foi possível somente a partir de 2013, quando barras revestidas com os clássicos ingredientes começaram a ser produzidas (imagem acima).

Primeiros passos

A tecnologia de aglutinação ultrassônica está ainda em seus estágios iniciais de desenvolvimento. O Exército norte-americano tem a intenção, naturalmente, de produzir alimentos compactos, leves e mais saborosos a seus soldados. O emparelhamento do método de aglutinação de partículas ao uso de impressoras 3D pode possibilitar, por exemplo, a “estabilização” de pratos mais elaborados (tais como massas).
Além da expansão no cardápio, receitas especiais a cada militar podem ser fabricadas: se os níveis de uma vitamina encontram-se baixos, a adição do composto pode ser feita por meio desta nova técnica – significa que suplemento extra de vitamina seria consumido por soldados quando necessário.
O uso de impressoras 3D aliadas à tecnologia de aglutinação ultrassônica pode fazer ainda com que a fabricação de pratos específicos seja feita de modo instantâneo: no refeitório militar, combatentes seriam capazes de escolher ingredientes e imprimir seu próprio pedido. E o futuro parece ser promissor: este método, se devidamente aprimorado, poderá fazer a felicidade de astronautas ou chegar até mesmo às cozinhas domésticas.
FONTE

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Concurso Desenhe o Futuro



PARTICIPE

Esta é sua oportunidade de mostrar as suas habilidades para o mundo!


Fique Atento! Apenas maiores de 18 anos podem participar do concurso Desenhe o Futuro.


CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO


Serão aceitos projetos de 2 (duas) categorias:
  • Arquitetura, Engenharia e Construção
  • Manufatura, Mecatrônica e Design Industrial

Para que seu projeto atenda aos critérios de avaliação, ele deverá ser:



CALENDÁRIO





PRÊMIO


A equipe que obtiver o primeiro lugar em cada uma das categorias receberá uma grande oportunidade!
Convite, viagem e hospedagem para que seus integrantes participem de um dos mais importantes painéis de Educação Tecnologia, entre os dias 2 a 6 de Março de 2015, em XANGAI.

Confira o regulamento no site: desenheofuturo.com.br

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Tênis inteligente com Bluetooth vibra para ajudar a achar o caminho

Um tênis inteligente que vibra para ajudar o usuário a encontrar o caminho certo foi desenvolvido pela startup indiana Ducere Technologies. Chamado de Lechal, o acessório conta com Bluetooth e tem integração com o Google Maps para obter as informações que precisa para conduzir corretamente as pessoas

Tênis Lechal vibra para indicar a direção a ser seguida (Foto: Divulgação/Ducere)


O Lechal foi originalmente desenvolvido como um meio de ajudar pessoas com deficiência visual, para que estas pudessem se deslocar com mais facilidade. Agora, ele é comercializado como um recurso complementar para auxiliar aqueles que utilizam os mapas do Google e outros aplicativos de do gênero, mas que se atrapalham ou não podem ficar olhando para baixo toda vez que precisam rever sua localização em uma área desconhecida.

Com o tênis, o usuário recebe uma vibração no pé direito ou esquerdo, dependendo de para qual lado ele precisar ir para chegar ao seu destino. A conexão Bluetooth serve para integrar o calçado ao smartphone do proprietário e, assim, usar os dados encontrados através deles. O nome Lechal significa “me leve junto” em hindi.
Caso prefira, é possível comprar apenas a palmilha inteligente (Foto: Reprodução/Duchere)

O acessório estará disponível nas cores vermelha e preta e será vendido por entre US$ 100 e US$ 150 (cerca de R$ 222 e R$ 330, respectivamente), em lojas selecionadas. O comprador poderá optar por comprar um par de tênis ou apenas as palmilhas vibratórias, que de acordo com o site da empresa, se encaixam na maioria dos sapatos. No momento, ele já está disponível para pré-encomenda através do site da startup.


O tênis da Ducere Technologies é apenas um dentre os vários calçados inteligentes que têm aparecido no mercado recentemente. Entretanto, a maioria desses gadgets vestíveis, estão mais focados em saúde e fitness, enquanto que os recursos de navegação do Lechals oferecem um número de possibilidades de uso bem mais amplo.


Fonte

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Conheça a casa mais isolada do mundo

Rodeada apenas pelo mar e sem energia elétrica, residência abriga caçadores durante a alta temporada

Você conseguiria viver no meio do nada, escondido de tudo e todos? Sem internet ou eletricidade, a ilha de Elliðaey, no sul da Islândia, proporciona essa experiência a algumas pessoas. O local, que somente é cercado pelas águas do norte do oceano Atlântico, abriga uma casa considerada a mais isolada do mundo.

(Foto: Chris Zielecki/Flickr)

A área serve de alojamento para caçadores especializados em capturar papagaios-do-mar durante a alta temporada. Há cerca de 300 anos, a ilha chegou a abrigar uma comunidade com cinco famílias, que viviam da criação de gado, da pesca e da caça de aves. Entretanto, o local não favorecia essas culturas e as famílias tiveram que se mudar.
(Foto: Creative Commons)
Foi na década de 50 que a Associação de Caça de Elliðaey montou o alojamento, que é utilizado até hoje. A água potável para consumo dos caçadores é recolhida a partir da atmosfera, por um sistema de coleta feito especialmente para o local. Se você se animou para conhecer a ilha, infelizmente só os membros associados têm essa oportunidade. Abaixo, algumas imagens da “casa de Bjork”, como é conhecida na região.

(Foto: Reprodução/Tanipyguq)
Fonte