sábado, 28 de junho de 2014

Copa do Mundo: prepare a casa para os jogos do Brasil

Móveis e acessórios, além de utensílios domésticos, podem tornar as partidas do Mundial mais divertidas

A Copa está chegando e decorar a casa com esse tema pode tornar mais divertido o ambiente onde você vai assistir aos jogos.
Casa vestida para Copa do Mundo (Foto: Shutterstock)
“Se você tem alguma intimidade com máquina de costura, pode fazer almofadas com as cores da bandeira do Brasil. Pode ser literal, fazendo uma bandeira mesmo, ou sutil, usando apenas as cores e desenhos variados. Vale a criatividade de cada um”, sugere a designer de interiores Cláudia Bergamasco.
Para arquiteta e designer de interiores Lessandra Dottori, substituir as almofadas comuns por almofadas na cores verde, amarela e estampadas com a bandeira do Brasil pode deixar o ambiente mais decorativo e confortável. As capas de almofadas de tricô e crochê também podem ser usadas nos tons da Copa.
Cláudia também aconselha usar o tema nos jogos americanos e toalhas de mesa. “Nesse caso, o foco pode ser o campo. Com tinta branca para tecidos, dessas que vêm em embalagem de bisnaga, risque num tecido na cor verde bandeira (de preferência de algodão, facilmente encontrado em lojas de armarinhos), as marcações de um campo de futebol. Se preferir jogos americanos, faça um para cada membro da sua família e alguns a mais para receber amigos”, ensina.
Almofada com estampa de bandeira do Brasil da Futon&Home por R$ 48 cada (Fotos: Divulgação)
Na hora do jogo, vale oferecer aos torcedores embalagens com tira-gostos. “É fácil. Pegue cartolinas coloridas, corte retângulos e dobre-os como um cone. Prenda com fita adesiva e encha de pipoca, amendoim etc. Crianças e adultos vão gostar”, recomenda Cláudia.
Linha Prisma de plástico translúcido da OU. Preço sob consulta
Para a designer Alessandra Delgado, apostar no mobiliário com as cores da bandeira pode ser a solução para alegrar o ambiente e deixar os espaços cheios de energia. A Girona Design, por exemplo, possui peças atemporais e com design que são ideais para esses momentos. “A cor amarela é eterna, ideal para ser utilizada em aparadores e mesas laterais, que servirão de apoio para as comidas e bebidas na hora do jogo”, aponta Alessandra Delgado.
Conjunto de tigela com prato de sobremesa da oxford Porcelanas por R$ 24 o conjunto
Segundo Alessandra, o verde e o amarelo são cores análogas, já que possuem uma mesma cor em comum, o próprio amarelo. “Essa composição segue uma das regras básicas da combinação de cores, um truque para saber que a junção das duas não vai dar errado”, explica a designer.
Conjunto em cerâmica formado por prato raso, de sobremesa e um bowl da Louça Brasil por R$ 90
“Quem gosta de reunir os amigos para assistir aos jogos da Copa poderá usar os utensílios de cozinha como decoração. Copos verdes e amarelos, pratos e outros produtos foram desenvolvidas por diversas empresas para atender aos festejos da Copa. Alem de serem alegres, enfeitam a mesa e tornam a comemoração mais estilosa”, argumenta Lessandra Dottori.


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Para chamar atenção

Edifício Formado Por Módulos Dodecaedrais em Lima


Edifício Formado Por Módulos Dodecaedrais em Lima


Torre Platónica é um projeto conceptual de um edifício modular residencial para a cidade de Lima, no Peru, inspirado nos princípios da Geometria Euclidiana. A estrutura, concebida pelo gabinete Tammo Prinz é formada por módulos cúbicos e dodecaedrais em betão armado, sobrepostos verticalmente.

Imagem: via Tammo Prinz

Fonte

terça-feira, 24 de junho de 2014

O aplicativo “faça você mesmo” da Autodesk


Instructables: Um aplicativo “faça você mesmo” desenvolvido para o Android e iPhone

De instruções e atalhos úteis e divertidos a receitas deliciosas e invenções incríveis, o Instructables é o local para explorar, documentar e compartilhar suas criações. Com mais de 100 mil tutoriais sobre tecnologia, oficinas, vida e muito mais, temos a maior coleção de projetos do tipo faça você mesmo criados por outros usuários como você.
0istructables

O aplicativo Instructables vem do site homônimo de DIY (do-it-yourself), ou faça você mesmo. A ferramenta permite que o usuário explore ou poste projetos de “como fazer”.


O visual dele é limpo e simples de usar, com um menu amarelo na parte superior com todas as opções da ferramenta à mão. No item “Explore”, é fácil gastar horas fuçando nos projetos alheios, que vão desde como fazer uma pipoca perfeita em casa, passando por como construir um suporte para smartphones com Lego e até como criar uma decoração zumbi em vasos para o Dia das Bruxas. É possível encontrar os projetos pelas categorias Tecnologia, Moradia, Comida, Workshop, Jogar e Ar Livre. Quando uma dessas categorias é selecionada, o app te dá mais opções de filtro. Por exemplo, ao escolher Tecnologia, aparecem opções como robôs, celulares, computadores, softwares, aúdio, entre outros. A ferramenta tem também uma busca para digitação.

O bacana é que quando você posta um projeto seu, o aplicativo te explica passo a passo como fazer, portanto, os posts ficam simples de visualizar e sempre mostram fotos e explicações de cada etapa até chegar ao resultado final.

O app também permite que o usuário siga outras pessoas e interaja com comentários nos posts. Uma outra função interessante é a área de competições, onde são postadas disputas sobre diversos temas para os membros do Instructables. Uma delas, por exemplo, consiste em uma competição das melhores receitas de churrasco, e o vencedor ganha uma churrasqueira e acessórios para churrasco.

O único porém é que, apesar de ter muitos projetos em português e usuários brasileiros, a versão para Android ainda mantém a interface toda em inglês. Para iOS, o idioma já está disponível.


Download do Instructables disponível no GooglePlay e na App Store.


Conheça todos os aplicativos Autodesk aqui.

Fonte


sábado, 21 de junho de 2014

BIM para que? Onde está a inovação?



BIM (Building Information Modeling)


Engenhar tem como sinônimo traçar, idear, inventar, maquinar. Todas, palavras ligadas ao tema inovação, logo, pode-se dizer que a engenharia é uma disciplina intrinsecamente associada à inovação. Desta maneira, para as empresas e profissionais que fazem engenharia, seria lógico concluir que inovar seja uma competência de destaque, algo que até mesmo esteja no seu DNA.

Dentro deste raciocínio, por que será que há tanta dificuldade para se inovar em relação ao BIM (Building Information Modeling)? O mercado de engenharia está há, pelo menos, sete anos ouvindo e discutindo os conceitos e os benefícios da tecnologia, porém a velocidade de implantação é muito baixa, salvo raríssimas exceções que confirmam a regra. Não existe nada além de “projetos vitrine”, puro marketing na maioria dos casos. Por que o setor não consegue dar os passos e inovar implantando seus novos processos com base na tecnologia que já se faz presente? Inovar nos produtos finais é mais fácil do que inovar nos processos para gerá-los? Quão inovador conseguiremos ser nas soluções sem inovar nos processos?

Questões como essas devem ser feitas para ajudar a quebrar alguns paradigmas e fazer o mercado avançar, trazendo benefícios para a sociedade. Não há uma resposta única, mas existe uma série de motivos e tendências. Vetores que, somados, ajudam a frear a velocidade de adoção da tecnologia, o grau de inovação.

Um motivo que salta aos olhos, analisando a grande maioria das iniciativas das empresas de engenharia, é ver que a introdução do BIM não está sendo pensada como um processo de inovação, dentro de uma metodologia de inovação, mas tratada como a compra de uma tecnologia para executar o processo da mesma maneira que se faz com a tecnologia antiga. Se a compra e a venda do serviço ocorrer da mesma forma, a expectativa do uso e, consequentemente, o seu valor, ficam inalterados. Normalmente, a maior preocupação das empresas é em como gerar a documentação 2D, como deixar o produto final do BIM igual ao produto gerado pelo CAD.

Há uma simplificação na introdução do BIM que faz com que as empresas encarem a tecnologia como uma falsa inovação. Elas compram um modelador, fazem um treinamento básico, utilizam as máquinas que possuem e pronto. Pretendem fazer projetos em BIM, com a mesma entrega, no mesmo prazo, no custo, com os mesmos benefícios. Não se vende a vantagem, o maior valor que o projeto terá. Não se pactua um novo processo de desenvolvimento, com entregas de informações e não de documentos. O cliente não entende como um projeto em BIM pode ser usado na obra e na operação. O “I” do BIM não é potencializado para diminuir custos e riscos na supervisão e gerenciamento, assim, não se valoriza a tecnologia e não se inovam as ações de engenharia.

Esta simplificação de estratégica está causando um fenômeno interessante, o “medo do BIM”. Empresas que já compraram software foram treinadas, mas não “viraram a chave”, continuaram a fazer os projetos da maneira tradicional. O receio em apostar em um projeto vem da falta de inovação, pois, no caso apresentado acima, qual seria o benefício com o BIM? Por se manter o processo, os entregáveis, tudo igual, introduzir o BIM significa introduzir um risco e não ter um benefício que o justifique.


Por Marcus Granadeiro, presidente da Construtivo.com, empresa de fornecimento de solução para gestão e processos de ponta a ponta para o mercado de engenharia, com oferta 100% na nuvem e na modalidade de serviço (SaaS)


quinta-feira, 19 de junho de 2014

Impressora 3D de panquecas

Seu café da manhã ficaria mais divertido!


Se você tem filhos, sabe que nem sempre e fácil fazê-los se alimentarem direito, principalmente pela manhã. Uma forma de ludibriar os pequeninos e induzi-los a comer é criar brincadeiras e formas diferentes aos alimentos.


Um dos pratos mais “fáceis” de modelar é a panqueca. Contudo, nem todo mundo tem a habilidade necessária para lidar com essa massa líquida que se esparrama facilmente pela frigideira.

Pensando nisso, foi criada a PancakeBot, uma impressora 3D desenvolvida especialmente para a modelagem de panquecas. Com um desenho previamente carregado, você e sua família podem produzir panquecas com base em qualquer coisa: animais, pontos turísticos, personagens de desenho animado e o que mais você ou seus filhos quiserem.



Depois disso, é só acrescentar a cobertura de sua preferência — que pode ser bacon, mel, geleia de frutas, chocolate, pasta de amendoim ou o que mais lhe apetecer — e desfrutar de um delicioso e divertido café da manhã.



Confira como ela funciona:





sábado, 14 de junho de 2014

Novo software da Autodesk quer democratizar a modelagem 3D


Fusion 360: Design Faster

O universo das impressoras tridimensionais não para de crescer – inclusive no mercado nacional. É comum ver equipamentos cada vez mais acessíveis sendo colocados nas gôndolas brasileiras; analistas afirmam que a tendência é que esses produtos se tornem ainda mais baratos nos próximos anos e deixem de ser um item “de luxo”.

Contudo, até pouco tempo atrás, as grandes corporações pareciam não estar atentas para um detalhe importante: do que adianta colocar uma impressora 3D em cada casa se os seus moradores não sabem modelar objetos tridimensionais? O hardware está sendo democratizado, mas e o software?

A resposta para essa questão pode estar no Fusion 360, o mais novo produto da Autodesk – empresa responsável pelo famoso AutoCAD e pelo aclamado 3DS Max. O software (que ainda está em fase Beta) chega para fortalecer a família de programas de modelagem 3D da companhia, oferecendo recursos profissionais através de uma interface simples e intuitiva.


http://www.youtube.com/watch?v=pozZzX0A-uM


Conhecendo o produto na prática


Para promover e demonstrar os benefícios de seu novo produto, a Autodesk realizou um workshop com o auxílio dos jovens Radamés Ajna e Thiago Hersan, que estão há três meses residindo no Pier 9 (um workshop da Autodesk localizado em São Francisco, nos Estados Unidos).

Oferecido gratuitamente e com o apoio do espaço Garagem Fab Lab, o minicurso reuniu cerca de 15 participantes com a proposta de modelar pequenos robôs usando o Fusion 360, imprimi-los com o auxílio de uma MakerBot e trazê-los à vida através de um conjunto simples de bateria, motor e circuito eletrônico.

O cronograma era rígido: no primeiro dia de evento, os alunos aprendem a modelar objetos 3D e criam um design exclusivo de robô com suas próprias mãos; no dia seguinte, eles retornam para a impressão e montagem, levando o resultado para casa. Tentar ensinar modelagem tridimensional em menos de quatro horas pode parecer algo absurdo, mas acredite: não é. Não com o Fusion 360.


Uma das impressoras 3D do Garagem Fab Lab


Simples, mas não limitado


Eram poucos os presentes que já tinha alguma experiência com softwares do gênero – a grande maioria, como este redator que lhes escreve, jamais havia trabalhado com criação de objetos de três dimensões. No final do primeiro dia, contudo, todos voltaram para casa dominando recursos básicos e com conhecimentos o suficiente para criar um robô simples, mas completamente funcional.

Leve como nenhum outro programa de seu nicho, o Fusion 360 é realmente um produto interessante. Ele é 100% integrado ao Autodesk 360 (serviço de cloud computing da Autodesk), permitindo que você guarde seus documentos na nuvem, compartilhe arquivos com amigos, trabalhe em projetos em equipe e faça renderizações online usando os servidores da empresa.



O que mais chama a atenção no Fusion 360, porém, é a forma como o programa consegue ser simultaneamente simples e poderoso. A Autodesk está de parabéns por ter desenvolvido um software que é realmente fácil de usar, mas sem abrir mão de ferramentas e recursos profissionais encontrados em utilitários mais tradicionais (como o modo de modelagem paramétrica e a possibilidade de aplicar propriedades físicas de um material em certo objeto).

Hersan ressalta que não tinha nenhuma experiência com modelagem 3D ao entrar no Pier 9; agora, ao lado de Radamés, o jovem ocupa um espaço de destaque dentro da galeria de arte do SESC Pompeia, na capital paulista.

A obra “Fofoque-me: Vox Populi”, desenvolvida pela dupla com o auxílio do Fusion 360 e impressoras 3D, resume-se a um sistema de megafones robóticos que leem mensagem “sussurradas” em um microfone ou enviadas por SMS. O invento, embora possa parecer um tanto estranho em uma primeira olhada, tem contexto filosófico: a ideia é oferecer um espaço onde opiniões individuais são integradas e mescladas em uma voz coletiva.

Obra da dupla Radamés e Thiago, em exposição no SESC Pompeia

Quer experimentar?


Como dissemos anteriormente, o Fusion 360 está disponível gratuitamente através do site oficial do Autodesk – para baixá-lo e testar suas funcionalidades, basta clicar neste link. Por ainda estar em desenvolvimento, é natural que o software apresente alguns bugs e momentos de instabilidade – enfrentamos alguns deles enquanto aprendíamos a operar o programa, mas nada muito grave.

Ainda não se sabe quando o aplicativo ganhará uma versão final e tampouco o valor da mensalidade; contudo, já sabemos que podemos esperar um preço bem amigável para que qualquer pessoa possa usar o programa.


quinta-feira, 12 de junho de 2014

A Copa do Mundo é nossa!

Confira o antes e depois dos novos estádios do Brasil 


O futebol brasileiro está passando por um momento importante em sua história, com a construção de novas arenas e a modernização de outras, seja para receber a Copa do Mundo 2014 ou pelo anseio dos clubes.

Arena da Amazônia - Manaus (AM)

Antes

Jogos da Copa

14/06 - Inglaterra x Itália

18/06 - Croácia x Camarões

22/06 - Portugal x Estados Unidos

25/06 - Suíça x Honduras


Capacidade: 50 mil torcedores
Depois
Fotos: Portal da Copa/ME/Divulgação




Arena Corinthians – São Paulo (SP)

Antes

Jogos da Copa

12/06 - Brasil x Croácia

19/06 - Uruguai x Inglaterra

23/06 - Holanda x Chile

26/06 - Bélgica x Coreia do Sul

01/07 - Oitavas de final

09/07 - Semifinal


Capacidade: 65 mil torcedores

Depois
Fotos: Portal da Copa/ME/Divulgação

Arena da Baixada – Curitiba (PR)

Antes

Jogos da Copa

16/06 - Irã x Nigéria

20/06 - Equador x Honduras

23/06 - Espanha x Austrália

26/06 - Argélia x Rússia


Capacidade: 42.500 torcedores

Depois
Fotos: Portal da Copa/ME/Divulgação

Arena das Dunas – Natal (RN)


Antes

Jogos da Copa

13/06 - México x Camarões

16/06 - Gana x Estados Unidos

19/06 - Japão x Grécia

24/06 - Itália x Uruguai


Capacidade: 45 mil torcedores
Depois
Fotos: Portal da Copa/ME/Divulgação

Arena Fonte Nova – Salvador (BA)


Antes

Jogos da Copa

13/06 - Espanha x Holanda

16/06 - Alemanha x Portugal

20/06 - Suíça x França

25/06 - Bósnia x Irã

01/07 - Oitavas

05/07 - Quartas


Capacidade: 48.747 torcedores

Depois
Getty Images

Arena Pantanal – Cuiabá (MT)


Antes

Jogos da Copa

13/06 - Chile x Austrália

17/06 - Rússia x Coreia do Sul

21/06 - Bósnia x Nigéria

24/06 - Colômbia x Japão


Capacidade: 42.500 torcedores
Depois
Portal da Copa/ME/Divulgação e Edson Rodrigues/Secopa-MT/Divulgação

Arena Pernambuco - Recife (PE)


Antes

Jogos da Copa

14/06 - Costa do Marfim x Japão

20/06 - Costa Rica x Itália

23/06 - Croácia x México

26/06 - Alemanha x Estados Unidos

29/06 - Oitavas


Capacidade: 62 mil torcedores

Depois
 ME/SecopaPE/Divulgação e Getty Images

Beira-Rio – Porto Alegre (RS)


Antes

Jogos da Copa

15/06 - França x Honduras

18/06 - Holanda x Austrália

22/06 - Argélia x Coreia do Sul

25/06 - Argentina x Nigéria

30/06 - Oitavas


Capacidade: 62 mil torcedores

Depois
Getty Images e Natália Mauro/Internacional/Divulgação


Castelão – Fortaleza (CE)


Antes

Jogos da Copa

14/06 - Uruguai x Costa Rica

17/06 - Brasil x México

21/06 - Alemanha x Gana

24/06 - Grécia x Costa do Marfim

29/06 - Oitavas

04/07 - Quartas


Capacidade: 63.903 torcedores

Depois
Portal da Copa/ME/Divulgação e Getty Images

Mané Garrincha – Brasília (DF)


Antes

Jogos da Copa

15/06 - Suíça x Equador

19/06 - Colômbia x Costa do Marfim

23/06 - Brasil x Camarões

26/06 - Portugal x Gana

30/06 - Oitavas

05/07 - Quartas

12/07 - Disputa 3º lugar


Capacidade: 72 mil torcedores

Depois
Getty Images

Maracanã – Rio de Janeiro (RJ)


Antes

Jogos da Copa

15/06 - Argentina x Bósnia

18/06 - Espanha x Chile

22/06 - Bélgica x Rússia

25/06 - Equador x França

28/06 - Oitavas

04/07 - Quartas

13/07 - Final


Capacidade: 78.838 torcedores

Depois
Emop/Divulgação e Getty Images

Mineirão – Belo Horizonte (MG)


Antes


Jogos da Copa

14/06 - Colômbia x Grécia

21/06 - Argentina x Irã

24/06 - Costa Rica x Inglaterra

17/06 - Bélgica x Argélia

28/06 - Oitavas

08/07 - Semifinal


Capacidade: 62.610 assentos

Depois
Sylvio Coutinho/Agência Minas/Divulgação e Getty Images




terça-feira, 10 de junho de 2014

Como criar um acampamento para 130 mil refugiados?


Segundo o jornal El País, a guerra civil da Síria (que já dura três anos) já causou a migração interna de seis milhões de sírios, além de 2,5 milhões que decidiram cruzar as fronteiras nacionais. 589 mil destes chegaram à Jordânia, país vizinho, onde o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) montou, a apenas doze quilômetros da fronteira com a Síria, o acampamento Azraq para 130 mil refugiados.

Após a experiência anterior do acampamento Zaatari, na Jordânia (originalmente para 20 mil pessoas, mas que acabou se tornando o lar temporário de 100 mil), a ACNUR aprendeu a lição: "Aproveitamos o feedback dos refugiados do acampamento Zaatari para nos ajudar a projetar", assinala Bernadette Castel, chefe ACNUR do acampamento Azraq.

A correspondente da BBC News na Jordânia, Yolande Knell, visitou as instalações do acampamento Azraq, atualmente uma cidade fantasma que espera abrigar 51 mil refugiados, e potencialmente 130 mil, equivalente a 22% dos sírios que cruzaram para a Jordânia.

Diferentemente do acampamento Zaatari, Azraq é altamente descentralizado: encontra-se dividido em quatro distritos que abrigam entre 10 e 15 mil refugiados. Cada distrito conta com um clínica, espaços para crianças e outras instalações, além de duas escolas para 10 mil alunos, um hospital administrado pela Cruz Vermelha e um supermercado que aceitará cupons do World Food Programme.

Cada unidade temporária terá 24 m² e pode abrigar até cinco refugiados. Cada banheiro é compartilhado por seis unidades, que poderão ser ocupadas por famílias numerosas ou amigos próximos.


Leia o artigo completo aqui.
Início de 2013. Imagem © DigitalGlobe/Google

Maio de 2013. Imagem © DigitalGlobe/Google


Junho de 2013. Imagem © DigitalGlobe/Google




Fonte

sábado, 7 de junho de 2014

Imprima o que imaginar

Com uma impressora 3D, qualquer ideia se transforma em objeto


Você já deve ter ouvido falar sobre impressoras 3D, mas provavelmente ainda não tem uma em casa. Entusiastas garantem, no entanto, que isso vai mudar em breve: essas máquinas estão se popularizando e promovendo mudanças profundas no mercado ao oferecer uma escolha entre produção em massa e customização, entre indústria e manufatura. Mais do que isso: a impressão 3D estreita a fronteira entre virtual e físico, mundo digital e mundo real.

O setor está deixando de ser apenas um hobby de poucos para se expandir a um mercado corporativo amplo, que engloba desde quem deseja apenas experimentar o que uma impressora 3D pode fazer até aqueles que desenvolvem produtos bastante específicos. O foco ainda são os consumidores – devido, principalmente, à capacidade de personalização dessas máquinas, mas também à sua baixa disseminação até 2012.

Nos últimos anos, alto preço e dificuldade de manuseio afastavam os interessados, mas isso está mudando. Com alguns dos últimos modelos, criar o produto que você quiser é apenas uma questão de gerar (ou baixar) um modelo de design virtual; modificá-lo, se for preciso, para adequar o objeto ao seu gosto, e então enviar o arquivo para ser impresso. Tão fácil quando imprimir uma foto. É como mágica.

Confira, a seguir, como funciona uma impressora 3D, conheça alguns dos modelos mais populares e veja com que finalidades essas máquinas são utilizadas atualmente - e o que está previsto para o futuro.

Como funciona?


Impressoras 3D montam objetos, camada por camada, a partir de pedaços de materiais, da mesma forma que as impressoras tradicionais criam imagens de pontos de tinta ou toner - mas em três dimensões.

Esse método de fabricação é chamado de aditivo, em oposição à produção subtrativa, que remove as partes de que não se precisa a partir do material bruto. A impressão 3D tem início a partir do nada: começa adicionando materiais, camada por camada, até que o item esteja pronto.


Passo-a-passo:

Crie


Primeiro, um software de modelagem tridimensional é utilizado para desenhar o que será impresso. Como alternativa, se pode baixar um modelo já pronto


Processe


O computador envia as instruções para a impressora, que aquece a matéria-prima e começa a desenvolver o modelo em uma pilha muito fina de camadas


Espere



O tempo de impressão varia de acordo com o tamanho do produto desejado: pode levar de poucos minutos a algumas horas


Pronto!



Quando a impressora terminar o trabalho, basta retirar o objeto da impressora


Aplicações


Na área da saúde, as principais vantagens prometidas pelo uso de tecnologia de modelagem e impressão 3D são redução do tempo de cirurgia, do pós-operatório e do risco de infecção em cirurgias complexas. O uso da técnica é crescente no Brasil: atualmente, é utilizada em cerca de 20% de todos os procedimentos no País. Há uma década, essa proporção não passava de 5%.

Uma startup americana chamada Modern Meadow quer produzir carne sintética a partir de técnica de impressão 3D com o objetivo de oferecer uma alternativa aos tradicionais filés de origem animal.

Um controverso projeto americano de criar uma cópia eletrônica de uma arma de fogo foi abandonado após a empresa fabricante da impressora 3D cancelar o aluguel da máquina.

O que já foi impresso em 3D

- Acessórios diversos
- Brinquedos, peças de jogos
- Capas de celular
- Esculturas
- Objetos de decoração
- Outras impressoras 3D
- Protótipos, modelos e moldes
- Sapatos
- Utensílios de cozinha

O que será impresso em breve

- Eletrodomésticos
- Instrumentos musicais
- Órgãos e tecidos humanos sintéticos
- Peças de automóveis
- Peças de aviões